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15 de abr de 2013

On segunda-feira, abril 15, 2013 by Giovana Paola in    No comments

Um portador de enfermidade degenerativa, estava no leito há mais de 13 anos, paralisado, na mesma posição.

O apresentador lhe fez a última pergunta para encerrar o programa.

Pediu-lhe que, em um minuto, o garoto definisse o que é a felicidade.

A criança sorriu, pensou um pouco, e respondeu com simpatia:

“Olha, amigo, para mim, que estou há tantos anos deitado de costas nesta cama, sem outro movimento

a não ser o dos lábios e dos olhos, a felicidade seria poder deitar um pouco de bruços ou então de lado.”

Ambos riram e a entrevista foi encerrada.

No dia seguinte a criança paralítica recebeu a visita de uma senhora, na casa onde estava hospedado.

Ela estava um tanto inquieta, desejava falar-lhe com certa urgência, antes que ela se fosse da cidade.

Convidada pelos anfitriões, a senhora acercou-se da cama móvel da criança e disse emocionada:

Eu assisti ontem a sua entrevista na TV, e gostaria de lhe dizer que você me fez ver a vida de forma diferente.

Estava já há algum tempo, enfrentando séria crise existencial...

Tenho uma vida que considero dentro dos padrões de normalidade.

Sou saudável e tenho uma situação financeira satisfatória, mas nos últimos tempos viver não estava fazendo mais sentido. 

Embora aparentemente tenha tudo para ser feliz, vinha desejando por um fim nessa vida vazia que levo. 

Mas quando vi você nessa cama, viajando pelo Brasil afora levando esperança e consolo às pessoas que sofrem,

comecei a refletir com mais seriedade sobre a vida.

Afinal, pensei, eu posso dormir na posição que deseje, mover-me para o lado que quiser, andar, correr, saltar

e por esse motivo eu já deveria ser mais feliz que você, não é mesmo?

A criança dialogou com ela por mais alguns minutos, contou-lhe casos engraçados da sua própria desgraça

e ambos riram muito.

A senhora se foi, e a criança, carcereiro de um corpo deformado, ficou meditando a respeito de como Deus

é justo e misericordioso.

De como lhe havia concedido a oportunidade de, com o seu exemplo, confortar e consolar outras pessoas

que perderam a vontade de viver, e ao mesmo tempo, iluminar a própria intimidade com resignação e coragem.

Ela sentia, nas profundezas do seu ser, que estava recebendo conforme suas obras, como afirmara Jesus,

mas tinha a vontade férrea de espalhar sementes boas, apesar das dificuldades e limitações físicas.

Pense nisso!

 * * *

Quantas vezes vc já olhou para uma pessoa  com alguma deficiencia e ficou com pena dessa pessoa? Varias não é mesmo?
Mas será qe vc percebeu a grande lição de vida  que aquela pesso poderia lhe dar?
Pense Bem!
As deformidades do corpo nem sempre denotam deformidade da alma, pelo contrário,
existem pessoas com corpos saudáveis e perfeitos e com a alma muito doente.
Saiba enxergar aquilo que seus olhos não podem ver!

Seja qual for a situação, não há o que lamentar pois todos estamos em processos de aprendizados valiosos, que não merecem ser desperdiçados nem lamentados

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Giovana Paola